terça-feira, 8 de dezembro de 2009
A sagração
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
Cinema ambulatório

O Elemento Indesejado é uma associação cultural recente, cujos principais objectivos são a divulgação e formação cultural e artística. Até ao momento tem sido a área do audiovisual a que mais tem explorado. Com um workshop de vídeo, a decorrer no âmbito do F.A.T.A.L. - Festival Anual de Teatro Académico de Lisboa - e responsável por toda a cobertura audiovisual do mesmo. Está também a organizar um conjunto de workshops na área das artes digitais, e funciona como um grupo de criação audiovisual com produção própria.
O Elemento Indesejado, com este evento, pretende actuar como uma rampa de lançamento de novos artistas e divulgar a criação audiovisual que é feita no nosso país.
Café Concerto do Teatro Municipal da Guarda, sexta-feira, dia 30, pelas 23 00h
terça-feira, 27 de outubro de 2009
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
doclisboa

Começa hoje mais uma edição do "doclisboa". Este ano o destaque vai para uma homenagem a Jonas Mekas, uma retrospectiva sobre o documentário (pós) jugoslavo e uma mostra intitulada Love Stories. Como é da praxe, o CCG não faltará...
O programa do festival poderá ser aqui descarregado, em formato PDF.
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
Ubicinema


terça-feira, 22 de setembro de 2009
Crítica - 7

segunda-feira, 21 de setembro de 2009
Crítica - 6

1) O jovem actor de nome impronunciável: Alden Ehrenreich. Quase um clone de Leonardo DiCaprio, conserva uma ambígua e terna ingenuidade infantil, actua com elegante naturalidade, apesar do estranho enxame de desengonçados que o rodeiam durante todo a longa, inacabável, metragem do filme.
2) A fotografia a preto e branco: clássica nos seus claros/escuros, sempre expressiva, por momentos magnífica.
3) A música, tão bela como redundante, misturando sons reconhecíveis do tango e o folclore argentino. Em muitos momentos é utilizada para destacar situações supérfluas que, supostamente, deveriam dotar o filme desse carácter porteño que Coppola encontra na rádio Colifata - é-lhe dedicada uma longa sequência quase documental dentro do filme- ou no mate amargo que a fotogénica e sempre algo distante Maribel Verdú oferece ao seu jovem cunhado.
Haveria que resgatar algo mais? Talvez o rostro impenetrável, cinematograficamente imprescindível, de Vincent Gallo. É melhor esquecer a patética aparição de Carmen Maura, num arremedo exasperante, óculos com armação de massa branca pelo meio, da escritora Victoria Ocampo. Como teria sido este personagem interpretado por Javier Bardem? Cego, talvez?
Mais perguntas: o que pretendeu Coppola com este, segundo ele, seu filme mais pessoal? Fartar-se para sempre? Visitar essa Argentina decadente, acelerada, superficial, orgiástica, soberbamente felliniana? Tudo faz crer que nunca recuperou o guião que lhe furtaram da sua casa do bairro de Palermo. E, com a produção já em marcha, teve que inventar este montão de absurdos enredos familiares no mais puro estilo Soap, à medida que ia filmando. É triste observar como o criador de O padrinho e One from the heart, o homem bigger than life, que arriscou várias vezes a sua fortuna pessoal para fazer o cinema que desejava fazer, se vende agora por um simples prato de lentilhas ao falso luxo de Swarovski, rapina nos coutos privados de outros realizadores - o último Leonardo Favio, Wong Kar Wai e Almodóvar entre os mais notáveis - e passeia-se com um olhar irónico e superficial pelas vastas pampas argentinas. Pouco mais que um cenário onde ele e a sua filha se fazem retratar para poderem vender-nos, também, as icónicas maletas de monsieur Louis Vuitton.
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
Programação Setembro - Dezembro
9 de Setembro, às 21.30, no Pequeno Auditório do Teatro Municipal da Guarda (TMG)
1. Alinha, de Manuel Francisco Guerra, aluno do curso de comunicação audiovisual da Escola Secundária Artística António Arroio. Documentário vencedor do “PrimeirOlhar”, secção competitiva dos Encontros de Viana, recebendo o prémio Oficial.
Sinopse: Múltiplas histórias convergem para um ponto. Cinco jovens do ensino secundário, cujas vidas balançam entre o desespero e a ridicularização, apresentam-nos o seu dia-a-dia. Retalhos de situações aparentemente banais revelam os seus quotidianos. O vestir de uma camisola que suscita uma tensão, um copo que vai vertendo gotas de leite, um passeio solitário no meio de uma sociedade frenética, uma espera inquietante, são tudo situações que tornam mais claras as evidências procuradas.
Ficha: Argumento, Realização e Produção: Manuel Guerra. Câmara: João Francisco. Assistente de realização e storyboard: Tiago Caramez. Supervisão: Prof. Carlos Gomes. 15’.
2. O Medo, do mesmo autor. 19’
Sinopse: Um dia, a normalidade depressiva de Clara é quebrada. Mulher presa? Trancada numa “jaula”, recebe um coelho branco que a faz questionar e entrar noutra dimensão. Sente medo. As formas desconstroem-se. Surge o passado aterrador onde as dúvidas e a violência subsistem. Qual o sentido? Percorrer e evadir-se.
3. Entrega (2008), de João Coimbra de Oliveira, recebeu o prémio “PrimeirOlhar Cineclubes”.
Sinopse: documentário que retrata a chamada “Lisboa Escondida”, um desafio lançado num workshop organizado pelo Austin Summer Institute em Lisboa. Este vídeo mostra a rotina matinal dos padeiros de Lisboa, que amassam e cozem o pão numa cave. De madrugada, o Sr. António prepara a sua bicicleta e entrega esse pão pelas ruas adormecidas da cidade. Entrega é uma reflexão sobre resistência, liberdade e tempo.
Ficha: Realização e produção: João Coimbra de Oliveira. Fotografia e som: Ricardo Raminhos. Montagem e produção: Vitória Dias. Música do genérico: Gaiteiros de Lisboa. 8 min.
4. Se tivesse um peixe aí, de Inês Ponte e João Coimbra de Oliveira
Sinopse: Seu Lorde parte, de canoa. Atravessa para a ilha. Do outro lado lança a rede. (A ver se apanha peixe.) 6’10’’
Biografia dos Realizadores: nasceram ambos em Lisboa, nos finais dos anos 70. Formado em antropologia, interessam-se pela vertente do documentário etnográfico, realizando pequenos exercícios visuais.
21 de Outubro, às 21.30, no Pequeno Auditório do TMG
Sinopse: O retrato de um antigo lutador de boxe, Belarmino Fragoso, através das suas deambulações por uma Lisboa que já não existe. A solidão, o medo e a derrota cruzam-se num filme que baralha o documentário, a ficção e a entrevista num passeio por antigas salas de cinema e clubes nocturnos.
Primeira longa-metragem de Fernando Lopes, com o apuro jazzístico de Manuel Jorge Veloso e a brilhante fotografia de Augusto Cabrita, este é um dos filmes-chave do cinema Novo português. Com Belarmino Fragoso, Albano Martins, Tony Alonso
18 de Novembro, às 21.30, no Pequeno Auditório do TMG
Rasganço de Raquel Freire (Portugal, 2001, 100’, M/12)
Sinopse: Coimbra, a mais complexa de todas as personagens, conta a história:
Eu não sou só uma cidade. Sou uma estufa. Uma reserva natural para estudantes, onde eles vivem em plena liberdade. Sou uma espécie de doce, entre a adolescência e a idade adulta. Mas só para os que puderam estudar. Os melhores. Eles sabem que são uma elite. Uma manhã de Janeiro chegou um homem. Apaixonou-se por mim e pelas minhas mulheres. Tolo, não percebeu que EU não sou para quem quer, mas para quem pode; e que o amor não abre as minhas velhas portas.
Com Ricardo Aibéo, Ana Brandão, Ana Teresa Carvalhosa, Luís Miguel Cintra, Carlos Geria, Ana Cristina Mesquita, Isabel Ruth
2 de Dezembro, às 21.30, no Pequeno Auditório do TMG


